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Estéticas do Consumo: A arte, entre a verdade e o real

Se o mundo fosse claro, a arte não existiria”

Albert Camus. “O mito de Sísifo”

Miriam Pais

Uma seção se inaugura. Aqui daremos  lugar a obras literárias, pinturas, cinema, fotografias, artes plásticas… Estas serão contemporâneas ou clássicas, dispostas a nos interpelar.

Entre a verdade e o real, serpenteia o impossível. Estrutura atemporal, mas que em cada tempo dispõe suas coordenadas, que definem uma época. Com isso, com o “entre”, o artista sabe fazer.

Na trilha deixada por Lacan, propomos abordar diferentes expressões artísticas, visando clarear aquilo que nos possam assinalar, sempre um passo adiante do psicanalista.

À opacidade que o mundo oferece hoje, nesse empuxo sem limite ao gozo, onde o toxicômano parece oferecer-se como paradigma, nos dispomos então à busca dessas estéticas, “pinceladas de época”, que os artistas possam nos brindar. Somos advertidos por Freud, a não ficarmos hipnotizados por elas, senão na intenção de abrirmos um clarão, e estarmos à altura de nossa época.

Tradução: Maria Wilma S. de Faria
Revisão: Oscar Reymundo
1 Participante da Rede TyA Argentina.
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